Fiador – Principio de Administração

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Mercado cristão

“O homem sem juízo com um aperto de mãos se compromete e se torna fiador do seu próximo”.   Provérbios 17:18

Esse princípio deve ser difícil de entender para uma pessoa cristã, de espírito generoso, porque fomos ensinados a ajudar àqueles que se encontram necessitados. É especialmente difícil quando nossos irmãos cristãos são os que nos pedem um favor, pois todos os cristãos de verdade devem responder as necessidades de seus irmãos. Apesar disso, há várias coisas que se devem considerar ao ser fiador de outra pessoa:

1. A pessoa é conhecida por sua honestidade, ética e bom caráter?

2. O solicitado é para cobrir uma necessidade ou um simples capricho ou desejo?

3. Vive por seus próprios meios?

4. Porque não busca à sua família para cobrir essa necessidade?

Os bancos e as instituições que emprestam dinheiro são para as pessoas com necessidades em seus negócios. Se o banco ou sua família não responderam positivamente às suas necessidades, pode haver uma boa razão para evitar se envolver no assunto. Se a pessoa não foi sábia ao administrar suas finanças porque temos que apoiar essas ações e tomar parte do problema? Dizer “não” pode ajudar a essa pessoa. Os bancos estão no negócio de fazer empréstimos. Se a pessoa não ganhou a credibilidade para obter um
empréstimo, teríamos um julgamento muito pobre ao querer ser fiador dessa pessoa.

O plano de Deus é fazer que a unidade da família se responsabilize por seus membros diante de tudo. A família está para dirigi-los e discipliná-los, cobrindo suas necessidades, mas não em tudo que queiram ou desejam. Os desejos e esperanças nunca devem ser satisfeitos pelos bancos ou por empréstimos pessoais; devem ser cobertos exclusivamente pelo que sobra depois de cumprir com suas responsabilidades. Se quiser que seus amigos permaneçam como amigos, evite se converter em seu fiador. Pode haver exceções a esta regra, mas leve em consideração que estará correndo um risco.

Não servir de fiador não é unicamente um principio do Reino de Deus, mas também, como se comprovou muitas vezes é ter bom senso desde o ponto de vista prático. Frequentemente o fiador termina pagando a dívida e seu amigo se sente mal, envergonhado de si mesmo e então desaparece. Ser o fiador de outro, viola muitos princípios e é contrário ao sentido comum. Primeiro de tudo, nós devemos ser responsáveis por nossas próprias dívidas. Em muitos casos, a pessoa que pede que alguém lhe sirva de fiador, não foi legal ou responsável com o banco, a família ou o conselho de outros; de outra forma não estaria nessa situação. É quando não fazemos bom uso ou administramos mal nossos assuntos. “Porque o que sabe usar bem o que recebe, receberá mais e terá abundância, mas do que é infiel será tirado até o pouco que tem” (Mateus 25:29). Essas foram as próprias palavras de Jesus, porque Ele sabia como funcionavam as leis financeiras.

Se realmente vemos que nosso irmão tem problemas, podemos ser generosos e ter boa vontade, dando-lhe o dinheiro como presente sem pedir nada em troca. Se o fizer, certifique-se de aconselhá-lo para sair dessa situação ou haverá ajudado em vão. Assim, vai construir relacionamentos duradouros ao invés de ter que pagar as dívidas e perder os seus amigos.

La Red Business Network

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