Honestidade – Principio de Administração

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Mercado cristão

“Os maus são apanhados na armadilha das suas próprias palavras, mas os homens direitos conseguem sair das dificuldades.” Provérbios 12:13

O dicionário define a honestidade como justiça, verdade e estar livre de enganos. Basicamente isso descreve uma pessoa que não mente, não faz armadilhas e não rouba. Também inclui não à manipulação ou más interpretações com a tentativa de enganar. Por isso o provérbio diz: as mentiras porão em dificuldade a qualquer homem. A primeira mentira foi com a intenção de enganar (Gênesis 3:4- 5). A honestidade não é somente verdade, e sim veracidade, o que inclui a intenção da verdade. É por isso que o dicionário Webster diz que a honestidade é genuína, franca e aberta, o que significa transparência.

A honestidade é o valor essencial do caráter. É o estabilizador ou o governador da alma. “É nossa própria defesa”. Não podemos separar a verdade e a honestidade de Deus. A honestidade é mais que verdade, tem haver com razões e intenções. É uma voz dentro de nós que nos sugere a verdade ao invés da mentira. Nossos antepassados entenderam isso quando escreveram nossa constituição. Estar sob juramento significa “dizer a verdade e somente a verdade”. Sabiam que a honestidade era mais que a verdade; significava, toda a verdade sobre algum evento. A HONESTIDADE É PROVAVELMENTE O MAIOR DOS VALORES HUMANOS. Nos traz grandes benefícios pessoais e recompensas ainda maiores na comunidade e em nossa nação. Imaginemos como seria uma sociedade, se todos fossem honestos:

1. não precisaríamos trancar as portas e nem construir muros ou cercas ao redor de nossas propriedades ou negócios.

2 . Não precisaríamos de tanta força policial, pois a maior parte de nossos crimes são por mentir, roubar e enganar.

3. A taxa de divórcios cairia porque não haveria traição entre os casais.

4. As drogas ilegais desapareceriam e quase não se ouviria sobre crimes.

5. Os guardas de segurança não seriam necessários, pois praticaríamos o princípio de: “Fazer aos outros o que gostaríamos que fizessem a nós mesmos”.

6. Muitos advogados deveriam encontrar outro trabalho, pois nossa palavra seria suficiente para fechar muitos acordos.

7. Os impostos seriam apenas de 10%, segundo o parâmetro bíblico.

8. Os negócios poderiam ser menos vigiados porque os empregados seriam honestos com seu trabalho.

Existem muitos outros benefícios que poderiam produzir uma sociedade aberta, parte do que significa a liberdade. Seria vida no presente. Haveria espaço para diferentes opiniões e argumentos, e as leis teriam que estar ali para o ignorante ou para o arrogante. Haveria violações às leis, mas não viriam de más intenções ou do engano. Ainda teríamos mal entendidos e cometeríamos erros, mas não intencionalmente. Faríamos nosso melhor esforço e tomaríamos a responsabilidade por isso.

Parte das razões pelas quais não importa ao governo que haja maldade e corrupção é porque “a direção do pecado” economicamente justifica os impostos. Para eles o crime cria trabalhos para os advogados, os tribunais, os serralheiros, os sistemas de vigilância, os guardas de segurança e mais uma tonelada de coisas. Para alguns, esta é a oportunidade para criar emprego e elevar os impostos para combater o crime. Sempre haverá corrupção, mas se acontece em excesso eventualmente reduzirá nossa economia.

Não é interessante que possamos levar um homem à lua e ganhar guerras mundiais, mas não conseguimos parar a desonestidade? Tudo vem da honestidade, começando desde o princípio. Se começarmos a gastar os dólares dos impostos para educar nossa sociedade no valor da honestidade e fazer cumprir a lei com castigos rápidos e rígidos,
poderíamos criar uma sociedade administrável com um imposto de somente 10% e ter dinheiro sobrando para a infra-estrutura. Talvez, Provérbios 20:30 funcionaria “Os castigos curam a maldade da gente e melhoram o nosso caráter”.

Para criar uma sociedade honesta devemos começar em casa, ensinando a nossos filhos a serem honestos e a respeitar a autoridade e a lei. Devem ver e experimentar o valor da honestidade por eles mesmos. Talvez possamos praticar o que diz Provérbios 25:5 “afaste do rei os maus conselheiros porque o que torna forte um governo é a justiça”. A honestidade é de Deus; é o caminho correto para construir uma sociedade correta e justa.

Fonte – La Red Business Network

1 COMENTÁRIO

  1. http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

    O homem não foi feito para mentir. Daí a invenção do polígrafo. No entanto, quando iniciei a minha pesquisa histórica acerca da origem do cristianismo senti-me profundamente incomodado com a historiografia oficial. Percebi prontamente que essa historiografia está seriamente contaminada pela fé. O acatamento da Bíblia não é científico. Claro que o propósito da nossa cultura era lastrear a fé cristã e fortalecê-la constantemente. Para isso, serviu-se da história como um mero instrumento utilitário de convencimento. Se a Igreja dissesse que preto era branco, todos tinham que acreditar piamente. Especialmente os professores, que eram sustentados por ela. Não havia escola que não fosse cristã.

    Não é difícil imaginar o resultado disso séculos a fio. Desse modo, o absurdo passou a se tornar natural, pois a proteção à fé estava acima de tudo. É ai que surge uma questão moral da maior relevância pela sua contradição: a obrigação da academia seria zelar pelo ensino honesto de história [a honestidade é um dos valores basilares do cristianismo] ou dar guarida às necessidades da religião, por mais justificável que isso possa parecer?

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