Sanção – Princípio de Liderança

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“Os castigos curam a maldade da gente e melhoram nosso caráter.” Provérbios 20:30

Por John Schrock – Homem de Negócios.

Sublinhe os conceitos importantes encontrados neste princípio.

O dicionário diz que é o castigar ou disciplinar para trazer correção ao que errou ou fez algo ruim. Também poderíamos dizer que sancionar é a arte de eliminar o mal para preservar o bem. A seguir veremos as principais motivações para fazer isso:

1 Nos sentimos responsáveis pelas coisas e nos esforçamos para fazê-las.
2 Tememos conseqüências por não fazer as coisas.
3 Desejamos e desfrutamos do sentimento de sucesso.
4 Temos sonhos que queremos realizar.

A motivação mais comum é a segunda, “pelo temor à sanção”. Não é a melhor, mas é a mais comum. A maior parte dos empregados trabalha por medo de perder seu trabalho. Alguns odeiam o que fazem, mas trabalham com isso há anos. Muitas pessoas estão parcialmente motivadas pelo medo de perder seu negócio. Até os casamentos permanecem juntos por medo de sua reputação ou da obrigação financeira. Não é ruim ter certo temor. De fato, nenhum negócio, família ou sociedade pode sobreviver sem ele. Alguns desses medos nos fazem fiéis e responsáveis. Fomos feitos para amar e servir a Deus, mas sem o medo do castigo poderíamos não ser fiéis diante da pressão das tentações.

Todo ser vivo que foi treinado, e se tornou valioso, entenderá a motivação do temor ao castigo. Castigar as faltas afugenta o mal, as idéias ou comportamentos desfavoráveis de nós. Os cavalos, cachorros,  leões, crianças e adultos devem todos, entender o princípio de recompensar o bem e castigar o mal. Sem um certo sentimento de medo, não podemos funcionar apropriadamente. O temor ao castigo ou perda fará que todos sigam certas disciplinas internas que desenvolverão um bom comportamento.

Estas disciplinas internas, ou comportamentos treinados, incrementam seu valor. Este é um princípio que foi ignorado na América do Norte. É por isso que milhares de crianças levam armas ao colégio e o crime aumenta. O medo do castigo é menor que os benefícios que crêem ao roubar. É impossível dirigir uma família, negócio ou sociedade sem um conjunto de leis que ponha o temor de Deus em nós. Sim, devemos ensinar e amar os bons valores e as recompensas que nos trazem, mas também devemos ensinar as conseqüências de não segui-los. Cada ação leva a uma reação. Cada comportamento tem uma recompensa. Cada pró tem seu contra. É a regra da vida e nenhum de nós pode mudá-la.

Esse medo do castigo não é a melhor ou mais importante motivação, mas é um fato duro e imutável da vida. Quanto mais rápido implantarmos estas disciplinas, melhores seremos. O medo do castigo deve estar arraigado em nossas mentes. As regras devem ser razoáveis e justas, mas quando não são cumpridas deve existir um impacto
mental, físico e financeiro. Há um salário e um preço que se paga pela transgressão.

Deus estabeleceu as regras – “O castigo afugenta o mal do coração.” Se administramos e motivamos pessoas, devemos estabelecer primeiro algumas regras absolutas que, se forem desobedecidas trarão sérias conseqüências. Isso criará um medo de cruzar a linha, mas também as pessoas saberão o que queremos ou esperamos delas. Isso lhes permite trabalhar livremente dentro da linha dos parâmetros estabelecidos. Se há clareza e precisão na comunicação das regras, facilmente se eliminará o medo do desconhecido, o que nos dará liberdade.

 

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